segunda-feira, 14 de março de 2011

Quando a vaidade induz à concorrência delituosa


Até onde pode chegar a hipocrisia do ser humano fomentada pelo sistema capitalista que corrompe, quando não destrói, os princípios que nos são inerentes, tendo em vista que a própria justiça por nós criada caminha de olhos vendados?

Infelizmente o Sistema Penal Brasileiro vigente, basado nos modelos europeus de países de Primeiro Mundo como Itália e Alemaha, esbarra nas limitações sócio-culturais e econômicas do nosso país. Para tanto, tornou-se comum na seara investigatória o desrespeito aos ditos direitos fundamentais da pessoa humana.

Algumas semanas atrás o país inteiro teve acesso à documentaçõ digital produzida em desfavor de mulher suspeita de cometer delito de corrupção passiva, no qual para concretização do flagrante as próprias autoridades utilizaramse de conduta tipificada no Código Penal, bem como meios repugnates ue atingiram não so a integridade física da suspeita, como sua integridade moral e psicológia, expondo-a à constragimento severo.

Não obstante, comprovada a pretensão ilícita da suspeita o que nos causa assombro é a forma de violência e ferocidade empregada por aqueles que deveriam salvaguardar cada cidadão.

Interessante que a ação abusiva tenha sido conhecida por todo o pís apesar de não defender a forma com que fora feito, mas ao menos serve para que a "Justiça" perceba que a venda nos seus olhos acomanhada da espada em seus punhos em nenhum momemnto deve preponderar sobre a natureza daqueles ue assim lhe deram forma.

O exemplo duramente representado pelo vídeo da servidora pública nos deve servir como um chamado de emergência ao mergulho que damos rumo à ignorâcia que dia após dia teimamos em fazer.

Todo o desrespeito sofrido pela suspeita em prol da vaidade das autoridades já superaram a pena legal que por ela deveria ter sido suportada diante do desrespeito à confiança que cada um de nós, cidadãos desse país "democrático", indiretamente lhe empregamos.

Dessa forma, não so em previsão legal devemos nos basear em críticas à conduta ds atuantes desse drama, mas principalmente em todos os elemetos que nos fazem autodenominarmos seres humanos.

Câmbio, desligo.
Thallytta Seifert.

Nenhum comentário:

Postar um comentário